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segunda-feira, 31 de julho de 2017

1 de Agosto: Dia de soprar a canela!


Vá até a porta de entrada da sua casa, trabalho ou comércio. Sopre a canela de fora para dentro da porta, mentalizando que a prosperidade entre.
Repita com muita fé: 

“Quando essa canela eu soprar, A prosperidade aqui irá adentrar
 Quando essa canela eu soprar,
 A fartura virá para ficar 
Quando essa canela eu soprar, 
A abundância aqui irá morar!”
Agora é só aguardar os resultados com muita positividade, boa sorte!



terça-feira, 28 de março de 2017

28 de Março Dia de Ragnar Lothbrok


Ragnar Lothbrok (em sueco: Ragnar Lodbrok; em dinamarquês: Regnar Lodbrog; em nórdico antigo: Ragnarr Loðbrók; lit. "calças de pele de lobo") foi um rei lendário da Dinamarca e da Suécia que reinou durante os séculos VIII e IX. De acordo com o cronista dinamarquês Saxão Gramático, Ragnar pertencia à dinastia sueca dos Inglingos. Tanto Saxo quanto fontes islandesas descrevem Ragnar como filho de Sigurdo, o Anel, um rei da Suécia que conquistou a Dinamarca, mas eles não concordam com o local de residência principal de Ragnar; se era na Suécia ou na Dinamarca.
Segundo a lenda, Ragnar foi casado três vezes: com a skjaldmö Lagertha, com a bela Tora Borgarhjort, e com Aslaug. Diz-se ter sido parente do rei dinamarquês Godofredo e filho do rei sueco Sigurdo, o Anel. Tornou-se rei e distinguiu-se por muitas invasões e conquistas. Há duas histórias diferentes sobre sua morte. Uma delas é que ele foi capturado por seu inimigo, o rei Aella II da Nortúmbria, e morto ao ser jogado em um poço cheio de cobras. Seus filhos o vingaram invadindo a Inglaterra com o Grande Exército Pagão. A outra foi que Ragnar morreu de uma combinação de cólera e ferimentos que sofreu ao tentar invadir Paris.
Ele foi um dos mais famosos dos heróis nórdicos e um pesadelo vivo para a França e Inglaterra, Ragnar Lodbrok foi engolfado pela lenda em torno de seu nome. É atribuída a ele uma descendência direta de Odin, o que seria capaz de explicar seus grandes feitos. Analisar o homem por trás da lenda é um grande desafio, já que as fontes são escassas, confusas e misturam lenda com realidade. É aceito que Ragnar era um dane que viveu durante o governo de Horik I, no século IX e comandou a imensa frota de navios que saqueou Paris em 845.
Seu nome faz referência a roupa que costumava usar. Lodbrok pode ser traduzido como “calças-peludas”. E pode-se dizer que foi um rei para a Suécia e Dinamarca, de acordo com o Gesta Danorum, escrito por Saxo Grammaticus, entre os séculos XII e XIII. Ragnar teria sido filho de Sigurd Ring, um rei sueco que conquistou a Dinamarca, membro da linhagem Ynglings, a quem sempre foram atribuídos feitos lendários nas Sagas, além de, como dito acima, uma ligação direta com o próprio Odin.
Acredita-se que Ragnar tenha saqueado a França inúmeras vezes, usando os rios para navegar com sua frota até o coração do império Franco. Fontes relatam que na sua mais notável investida, em Paris no ano de 845, ele não queimou uma única casa, já que aceitou o suborno do Rei Charles, o Calvo, que pagou a ele mais de 7000 libras de prata. Com uma armada de mais de 5000 guerreiros, Ragnar partiu até o estuário do rio Siena, saqueando com afinco cada uma das cidades que pôde encontrar em seu caminho, incluindo Rouen, até que finalmente chegasse em Paris no dia 28 de Março, segundo a tradição. Diante da facilidade em saquear a cidade, já que o próprio rei o subornou com uma quantia extremamente generosa de prata, não é difícil de imaginar o porque dele ter voltado lá inúmeras vezes depois.
Sendo um homem engenhoso, Ragnar preferia atacar cidades cristãs nos dias de maior festejo, pois assim encontraria a população desprotegida e despreparada para um ataque relâmpago e irrefreável. Desde que sentiu o gosto da conquista, ele jamais parou, levando uma vida muito bem sucedida de “pirataria”. Costumava contar aos outros que só fazia isso, de não deixar de aventurar-se jamais, pois não desejava ser superado por seus filhos que também eram valorosos guerreiros que serão tratados aqui num futuro próximo. Certamente uma espécie de disputa familiar, uma rinha interna, que só os motivava a busca de novas e arriscadas conquistas.
Quando voltou sua atenção para a Inglaterra, Ragnar encontrou seu fim. Depois de alguns saques à região, acabou sendo capturado pelo Rei Aelle da Nortúmbria, que ordenou sua execução arremessando-o em um fosso cheio de serpentes venenosas. De acordo com a lenda, Ragnar lutou como pôde com os animais peçonhentos, numa tentativa de ainda assim merecer seu lugar no Valhalla. Mesmo inchado e abatido pelo veneno das serpentes, ele cantou e suplicou para que os ventos no norte levassem seu apelo aos seus filhos. Esta canção é conhecida como Krákumál e provavelmente foi criada no século XII, onde Ragnar clamou uma vingança de sangue, o único meio para que sua alma desonrada pelo veneno fosse merecedora do Valhalla. Ivar, Sem Ossos e Ubbe, ambos filhos de Ragnar, partiram para vingança assim que ouviram a história. Compondo um imenso grupo de guerreiros (hoje chamado de “Grande Invasão Bárbara”), partiram para a Nortúmbria onde conseguiram vingar Ragnar, submetendo o rei Aelle à execução da Águia de Sangue, um terrível ritual reservado aos maiores inimigos do povo do norte.
Apesar de ser considerado quase como um herói em sua Escandinávia nativa, os relatos confiáveis sobre sua vida são apenas esboços, baseados principalmente em antigas sagas dos vikings. Até mesmo a datação de seu reino é incerta: existem fontes que o datam de 750 a 794, ao passo que outras o consideram de 860 a 865. Nenhum dos dois períodos confere com o que se conhece dele: é provável que ele tenha tido poder como um barão guerreiro de cerca de 835 até sua morte em 865. Provavelmente só foi considerado rei nos últimos cinco anos de sua vida.
As crônicas anglo-saxônicas, ao citar a grande invasão bárbara de 865-867, nomeia como líderes os irmãos dinamarqueses Ivar e Ubba, supostamente filhos de Ragnar.

É atribuída a ele uma descendência direta de Odin, o que seria capaz de explicar seus grandes feitos. Analisar o homem por trás da lenda é um grande desafio, já que as fontes são escassas, confusas e misturam lenda com realidade. É aceito que Ragnar era um dane que viveu durante o governo de Horik I, no século IX e comandou a imensa frota de navios que saqueou Paris em 845.


Seu nome faz referência a roupa que costumava usar. Lodbrok pode ser traduzido como “calças-peludas”. E pode-se dizer que foi um rei para a Suécia e Dinamarca, de acordo com o Gesta Danorum, escrito por Saxo Grammaticus, entre os séculos XII e XIII. Ragnar teria sido filho de Sigurd Ring, um rei sueco que conquistou a Dinamarca, membro da linhagem Ynglings, a quem sempre foram atribuídos feitos lendários nas Sagas, além de, como dito acima, uma ligação direta com o próprio Odin.

Acredita-se que Ragnar tenha saqueado a França inúmeras vezes, usando os rios para navegar com sua frota até o coração do império Franco. Fontes relatam que na sua mais notável investida, em Paris no ano de 845, ele não queimou uma única casa, já que aceitou o suborno do Rei Charles, o Calvo, que pagou a ele mais de 7000 libras de prata. Com uma armada de mais de 5000 guerreiros, Ragnar partiu até o estuário do rio Siena, saqueando com afinco cada uma das cidades que pôde encontrar em seu caminho, incluindo Rouen, até que finalmente chegasse em Paris no dia 28 de Março, segundo a tradição. Diante da facilidade em saquear a cidade, já que o próprio rei o subornou com uma quantia extremamente generosa de prata, não é difícil de imaginar o porque dele ter voltado lá inúmeras vezes depois.

Sendo um homem engenhoso, Ragnar preferia atacar cidades cristãs nos dias de maior festejo, pois assim encontraria a população desprotegida e despreparada para um ataque relâmpago e irrefreável. Desde que sentiu o gosto da conquista, ele jamais parou, levando uma vida muito bem sucedida de “pirataria”. Costumava contar aos outros que só fazia isso, de não deixar de aventurar-se jamais, pois não desejava ser superado por seus filhos que também eram valorosos guerreiros que serão tratados aqui num futuro próximo. Certamente uma espécie de disputa familiar, uma rinha interna, que só os motivava a busca de novas e arriscadas conquistas.

Quando voltou sua atenção para a Inglaterra, Ragnar encontrou seu fim. Depois de alguns saques à região, acabou sendo capturado pelo Rei Aelle da Nortúmbria, que ordenou sua execução arremessando-o em um fosso cheio de serpentes venenosas. De acordo com a lenda, Ragnar lutou como pôde com os animais peçonhentos, numa tentativa de ainda assim merecer seu lugar no Valhalla. Mesmo inchado e abatido pelo veneno das serpentes, ele cantou e suplicou para que os ventos no norte levassem seu apelo aos seus filhos. Esta canção é conhecida como Krákumál e provavelmente foi criada no século XII, onde Ragnar clamou uma vingança de sangue, o único meio para que sua alma desonrada pelo veneno fosse merecedora do Valhalla. Ivar, Sem Ossos e Ubbe, ambos filhos de Ragnar, partiram para vingança assim que ouviram a história. Compondo um imenso grupo de guerreiros (hoje chamado de “Grande Invasão Bárbara”), partiram para a Nortúmbria onde conseguiram vingar Ragnar, submetendo o rei Aelle à execução da Águia de Sangue, um terrível ritual reservado aos maiores inimigos do povo do norte.

Apesar de ser considerado quase como um herói em sua Escandinávia nativa, os relatos confiáveis sobre sua vida são apenas esboços, baseados principalmente em antigas sagas dos vikings. Até mesmo a datação de seu reino é incerta: existem fontes que o datam de 750 a 794, ao passo que outras o consideram de 860 a 865. Nenhum dos dois períodos confere com o que se conhece dele: é provável que ele tenha tido poder como um barão guerreiro de cerca de 835 até sua morte em 865. Provavelmente só foi considerado rei nos últimos cinco anos de sua vida.

As crônicas anglo-saxônicas, ao citar a grande invasão bárbara de 865-867, nomeia como líderes os irmãos dinamarqueses Ivar e Ubba, supostamente filhos de Ragnar.


quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

2 de Fevereiro dia de Iemanjá e Nossa Senhora dos Navegantes


Deusa das Águas e Rainha do Mar. Confundida com Nossa Senhora da Conceição, apesar de não haver semelhança, pois Nossa Senhora da Conceição é de tradição católica, e possui história muito diferente. Iemanjá é o orixá feminino mais popular do Brasil, e um dos mais reverenciados, tida como mãe de vários orixás. Também conhecida como Janaína, Inaê, e Princesa de Aioká (como os negros bantos chamavam o fundo do mar). Formosa e vaidosa, a deusa de cabelos longos e perfumados, gosta de receber flores, água de cheiro, pente e espelho.

Poderosa e vasta como as águas oceânicas, Iemanjá é a dona das cabeças, por isso sua presença é fundamental na cerimônia do Bori no Candomblé. É considerada a grande mãe, a energia feminina que gera e cuida dos seus filhos.

Na Umbanda, geralmente é representada na forma de uma sereia, onde é tida como a Sereia Rainha do Mar.


Comemorações no Brasil

Na Bahia no dia 02 de Fevereiro é sempre realizada a grande festa em homenagem a Yemonja no bairro do Rio Vermelho em Salvador. Em São Paulo, a maior comemoração é no dia 8 de dezembro, na Praia Grande. No Rio Grande do Sul e em Santa Catarina a comemoração é no dia 2 de fevereiro, onde, Iemanjá é sincretizada com Nossa Senhora dos Navegantes. As cerimônias são comumente feitas à beira-mar, no litoral gaúcho. Também ocorrem em rios, como em Porto Alegre (Rio Guaíba). No Rio de Janeiro a festa de Iemanjá é comemorada nos dias 30 e 31 de dezembro, na manhã da véspera do Ano Novo para evitar um maior congestionamento nas praias e ruas. As oferendas lançadas ao mar para a orixá contam de palmas e rosas nas cores branca e rosa, é seu dia e sábado. No Ceará é comemorada no dia 15 de agosto, devido a mesma data ser dia de Nossa Senhora da Assunção padroeira da cidade de Fortaleza.

Festa de Iemanjá em Teresina

Na cidade de Teresina (Piauí) um dos maiores centros de Umbanda, Encantaria e Terecô do Brasil, todos os anos, em fevereiro, vários fiéis ocupam o antigo cais do Rio Parnaíba no centro de Teresina, levando velas brancas e azuis, flores, água de cheiro e outros presentes para agradar Iemanjá, tida como a Mãe d'água (folclore) pelos cultos afro-brasileiros. A deusa das águas também é homenageada às margens do Rio Poti, na zona nobre de Teresina.

Histórias e Lendas

Ao chegar ao Brasil, Iemanjá, passando a ser cultuada também na Umbanda, deixou de ter a imagem negra e africanizada do Candomblé, ganhando a simpatia popular com a imagem de uma linda e sedutora mulher branca de cabelos negros, lisos e compridos, olhos azuis, boca pequena com lábios de rubi, rosto rosado, seios volumosos, tendo as mãos abertas deixando cair pérolas sobre as águas. Nas noites enluaradas, quando a superfície do mar calmo reflete os raios prateados, ela sai do seu reino encantado nas profundezas do oceano, e vem a flor da água entoar cantos maviosos e tristes que seduzem qualquer marinheiro desavisado. Seus cabelos lisos e longos derramam-se sobre as ondas mansas e refulgentes, sendo penteados por uma falange de sereias. É o mar com seus mistérios e fascínios.

Linha e Falange

A água é o princípio que atua na natureza ou o eterno feminino, divindade da fecundação ou gestação. Tem seu reino fundamentado no mar e como sincretização Maria. Tem em sua linha de atuação caboclos e caboclas dos mares e dos rios, pescadores, marinheiros, piratas, sereias e princesas do mar. Seu guardião da esquerda é o Exu Maré.
Informações Litúrgicas

Saudações: odoyá, odociaba, odo-fe-iabá, saravá sereia, auê!
Domínios: todas as águas, principalmente o mar.
Dias: segunda-feira na Umbanda e sábado no Candomblé.
Astro regente: Lua
Signo: câncer
Metal: prata
Pedra preciosa: água-marinha ou ágata
Flores: rosas brancas ou miosótis
Cores: branco na Umbanda e azul no Candomblé.
Comidas: manjar branco, peixe
Quizilas: poeira e sapo

imagem da estátua na praia de Cidreira (Rio Grande do Sul)

A estátua de Iemanjá recebeu o manto azul na noite de 1 de fevereiro de 2016,
em solo gaúcho oficialmente inaugurada em Cidreira, no Litoral Norte. A imagem de 8,30m de altura, esculpida em cimento a 600m da orla, uma tentativa da prefeitura de resgatar o turismo religioso que, em décadas anteriores, destacou o balneário no calendário do Estado.

O presidente da Federação Afro Umbandista e Espiritualista do Rio Grande do Sul (Fauers), Everton Alfonsin, que doou a capa de cetim azul de 8m de comprimento, garante que a Iemanjá de Cidreira é a maior do Brasil. Mas é certo dizer que ela foi construída no Estado que tem o maior número de imagens ao longo da costa: são 12. A constatação está no livro As Iemanjás do Litoral, publicado em 2014 e escrito pelo professor de ecologia da Ufrgs Luiz Alberto de Souza Pedroso.

A construção da estátua era uma solicitação antiga dos umbandistas que anualmente vão à Cidreira fazer as oferendas à Rainha do Mar, em 2 de fevereiro. Desde a interdição do terminal turístico da cidade, em 1991, eles se reuniam no entorno de uma pequena imagem de Iemanjá, disposta nas margens da ERS-786, próximo de onde está a nova estátua.

Oferenda ecológica é opção para quem não quer poluir as águas. Aprenda a fazer

Turismo

A secretária municipal de Turismo, Lena Sessim, ressaltou que o principal objetivo da prefeitura é resgatar a importância histórica da celebração em Cidreira.


Simpatia para pedir saúde e proteção à Iemanjá 

A simpatia para a saúde, invocando a proteção de Iemanjá, é bem simples. Agrade Iemanjá com um vaso de flores. Material necessário: 
- Um vaso de flor 
- Rosas brancas 
Em um dia de sábado, pegue um vaso de flor, encha de rosas brancas e coloque na mesa da sua cozinha ou sala. Ofereça essas rosas brancas para Iemanjá e peça saúde para todos os moradores da sua casa. Você pode fazer a oração que está no final do artigo também. Quando as rosas brancas murcharem, jogue-as no mar ou em área verde, de campo ou mata.

Simpatia para esquecer coisas ruins 

Compre um caderno com capa lisa. Escreva nele as coisas que você deseja apagar da memória. Na primeira lua cheia depois disso, vá até o mar, levando o caderno. Entre na água e diga: "Grande Senhora do mar, leve com sua força e seu ímpeto todo o mal que está na minha mente, para meu coração não mais se amargar." Em seguida, jogue o caderno na água, o mais longe possível. Dê sete passos para trás sem voltar as costas para o mar. Em seguida, vire-se e vá embora sem olhar para trás.


Simpatia para ter sorte no amor 

Pegue cinco ou oito rosas brancas (números de Iemanjá e Oxum), perfume de alfazema, fitas com as cores da harmonia (azul, amarelo, rosa, branco e verde), espelho, talco, sabonete e bijuterias. Forre uma cesta com papel celofane, amarre uma fita no cabo de cada flor e jogue um pouco de talco e de perfume por cima. Depois, coloque o espelho, o sabonete e as bijuterias na cesta e leve para o mar. Conte três ondas e, na quarta, ofereça a cesta à Iemanjá e a Oxum.

Simpatia para ter dinheiro o ano todo 

Leve para a praia sete rosas brancas, sete moedas do mesmo valor, perfume de alfazema e um champagne. Reze para Iemanjá e para os Orixás que têm força no mar. Conte sete ondas e jogue as flores ao mar. Em seguida, despeje a champagne e ofereça aos orixás. Lave as moedas com o perfume e coloque-as na mão direita. Mergulhe a mão na água e peça proteção financeira. Deixe o mar levar seis moedas e fique com uma, que deve ser guardada como amuleto durante o ano.

Simpatia para garantir paz, tranquilidade e prosperidade 

Misture pétalas de rosas brancas, arroz cru e um perfume de sua preferência e passe pelo corpo. Olhando para o mar, reze para Iemanjá pedindo paz e prosperidade, para o ano que está chegando. A seguir, tire os sapatos e entre no mar vestido com uma roupa branca. Dê três mergulhos e saia da água de costas para a areia.

Oração para Iemanjá 

Minha protetora Iemanjá. Enfermeira dos que sofrem, consoladora dos aflitos, conselheira dos angustiados. Mãe de todos. Agradeço de tantas graças que nos concedes. Indigno-me de tua áurea luminosa. E rendo-te minha homenagem, rainha das águas. Que contribui caridade e amor, entre todos os seus filhos.

Eu te agradeço senhora Mãe Iemanjá, por me atender nas horas que recorro a teus poderes. Divinas graças te dou, Iemanjá. Pelas tuas radiações milagrosas, agradeço, dizendo obrigado por tua proteção constante que tens proporcionando por nossos irmãos que sofrem.

Curvo-me diante de ti e rogo-me, continue dando proteção a teus devotos que dedicam amor profundo. Que tua áurea bendita continue protegendo e vibrando bondade.

Dê paz e saúde a aqueles que te ajoelham suplicando aos seus pés. Dai-nos a tua proteção pura e conforto da alma. Suplico nesta mensagem porque creio em teu poder imenso. Assim seja, minha mãe querida Iemanjá.

                                                     Nossa Senhora dos Navegantes



A Festa de Navegantes em Porto Alegre é a maior festa religiosa da cidade brasileira de Porto Alegre, e homenageia Nossa Senhora dos Navegantes e seu sincretismo afro-brasileiro. É realizada no dia 2 de fevereiro de cada ano.

Originalmente constava de uma procissão fluvial, com embarcações que singravam o Lago Guaíba desde o cais do porto, levando a imagem da santa do centro da cidade até a Igreja de Nossa Senhora dos Navegantes. Hoje, por determinação impeditiva da Capitania dos Portos, a procissão é terrestre, levando a imagem desde a Igreja de Nossa Senhora do Rosário, no centro da cidade, até a Igreja de Nossa Senhora dos Navegantes.

Igreja do Rosário

                                           Igreja Nossa Senhora dos Navegantes
                          imagem da procissão até a igreja Nossa Senhora dos Navegantes








terça-feira, 31 de janeiro de 2017

31 de Janeiro Dia dedicado às Valquírias tradições Nórdicas


A palavra valquíria deriva do nórdico antigo valkyrja (plural valkyrjur), que é composta por duas palavras; o substantivo valr (que se refere aos mortos em batalha) e o verbo kjósa (que significa "escolher"). Juntos, significam "escolher os mortos". O nórdico antigo valkyrja é um cognato do inglês antigo wælcyrge. Outros termos para valquírias incluem óskmey (nórdico antigo "serva desejada"), surgem no poema Oddrúnargrátr e Óðins meyjar (nórdico antigo "serva de Odin"), aparece em Nafnaþulur. Óskmey talvez esteja relacionado com o nome de Odin Óski (nórdico antigo, que significa aprox. "desejo do cumpridor"), referindo-se ao facto de Odin acolher guerreiros mortos em Valhalla.tava com quinhentas e quarenta portas por onde entravam os heróis derrotados para que as guerreiras os curassem, deleitando-se com a sua beleza e onde também "serviam hidromel e cuidavam da louça de barro e vasilhas para beber". Estas surgem também como amantes de heróis e outros mortais, em que, por vezes, são descritas como filhas da realeza, ocasionalmente acompanhadas por corvos, e de quando em vez incorporadas a cisnes ou cavalos.
Parece, no entanto, que não existia uma distinção muito clara entre as valquírias e nornas. De facto, Skuld é tanto uma valquíria como uma norna e em Darraðarljóð (líneas 1-52), as valquírias tecem as redes da guerra.
As valquírias são mencionadas em Edda em verso, um livro de poemas compilado no século XIII a partir de fontes históricas; a Edda em prosa e Heimskringla (de Snorri Sturluson), e na saga de Njáls, uma saga islandesa, todas escritas no século XIII. As valquírias surgem em toda a poesia escáldica, no encanto do século XIV, e em várias inscrições rúnicas. Segundo a Edda em prosa (Gylfaginning 35), "Odin nomeia valquírias para todas as batalhas. Estas atribuem a morte aos homens e comandam a vitória. Gunnr e Róta [duas valquírias] e a norna mais jovem, chamada Skuld, sempre cavalgavam para eleger quem deveria morrer e para chefiar as matanças".
Outrossim, a liberdade poética permitiu que o termo 'valquíria' se aplicasse também a mulheres mortais na poesia nórdica antiga, ou transcrevendo Skáldskaparmál de Snorri Sturluson no que diz respeito à utilização de vários termos empregues para caracterizar as mulheres, 'as mulheres são também chamadas metaforicamente pelos nomes das Ásynjur ou das valquírias, ou ainda das nornas.'
Os cognatos do inglês antigo wælcyrge e wælcyrie surgem em vários manuscritos antigos ingleses, e estudiosos têm explorado a possibilidade de os termos aparecerem a inglês antigo por influência nórdica, ou por refletir uma tradição também nativa entre os pagãos anglo-saxões. Teorias acadêmicas têm sido elaboradas propondo uma relação entre as valquírias, as nornas, as dísir, as seiðkona e as donzelas escudeiras, no qual todas menos as últimas são descritas como figuras sobrenaturais associadas com o destino. Escavações arqueológicas por toda a Escandinávia revelaram amuletos de teoricamente representam as valquírias. Na cultura moderna, valquírias têm sido objeto de obras de arte, obras musicais, videojogos e poesia.

“ (...) a figura da Valquíria: ela é matadora de homens – em qualidade de mensageira de Odin, é bem verdade, e de executante das suas sentenças – mas é, ao mesmo tempo, uma sedutora: não há quem resista aos seus encantos propriamente mágicos ”
Etimologia

A palavra valquíria deriva do nórdico antigo valkyrja (plural valkyrjur), que é composta por duas palavras; o substantivo valr (que se refere aos mortos em batalha) e o verbo kjósa (que significa "escolher"). Juntos, significam "escolher os mortos". O nórdico antigo valkyrja é um cognato do inglês antigo wælcyrge. Outros termos para valquírias incluem óskmey (nórdico antigo "serva desejada"), surgem no poema Oddrúnargrátr e Óðins meyjar (nórdico antigo "serva de Odin"), aparece em Nafnaþulur. Óskmey talvez esteja relacionado com o nome de Odin Óski (nórdico antigo, que significa aprox. "desejo do ocumpridor"), referindo-se ao facto de Odin acolher guerreiros mortos em Valhalla.

Manuscritos

As valquírias são mencionadas ou descritas em várias fontes mitológicas da Escandinávia Medieval, especialmente em poemas éddicos como Hárbarðsljóð, Helgakviða I, II e III, e Grotassöngr; poemas escáldicos como Hákonarmál; poemas éddico-escáldicos como Darraðarljóð; e sagas lendárias como são exemplo Völsunga saga e Hjálmþés saga ok Ölvis, dos quais os historiadores das religiões germânicas ou eslavas dispõem e cujo vasto referencial culturalista permite o atual entendimento das motivações sociais e históricas na formação destes modelos míticos marciais — as valquírias.
Edda em verso
As valquírias são mencionadas nos poemas da Edda poética: Völuspá, Grímnismál, Völundarkviða, Helgakviða Hjörvarðssonar, Helgakviða Hundingsbana I, Helgakviða Hundingsbana II e Sigrdrífumál.
Völuspá e Grímnismál

Na trigésima estrofe do poema Völuspá, é descrito que uma völva (uma viandante profetisa da sociedade germânica) informa a Odin ter visto valquírias vindo dos mais longínquos lugares prontas para cavalgar com os seus fogosos corcéis "as fileiras dos deuses" em direção ao povo dos Godos. A völva adianta-se com a enumeração de um elenco de seis valquírias, cujos nomes são Skuld (nórdico antigo, termo que possivelmente significa "débito" ou "futuro") que segura um escudo, Skögul ("shaker") outro, Gunnr ("guerra"), Hildr ("batalha"), Göndul ("bastão mágico") e Geirskögul ("lança-Skögul"). A völva revela a Odin que tem já listadas as donzelas de Herjan, "valquírias prontas para cavalgar sobre a terra."

                                       Assista os vídeos:

                 fonte:angel sasuke


                 fonte:El CulTo ProFano

sábado, 15 de outubro de 2016

Super Lua!! Grandes mudanças em 16 de outubro


Este mês, uma rara super Lua Cheia se elevará nos céus, na noite de domingo, 16 de outubro, inaugurando uma mudança cósmica energética que acabará afetando a todos no planeta. Vocês podem utilizar essa mudança de vibração em seu benefício e produzir alguma alteração positiva em sua vida. Mas, primeiramente, eis o que uma super Lua significa em termos científicos.

A super Lua ocorre quando sua órbita a traz para um ponto que é o mais próximo da Terra, e isso também coincide com uma Lua Nova ou uma Lua Cheia. Devido ao fato de que essa super Lua de outubro acontece de ser uma Lua Cheia, que ocorre quando atinge a sua maior aproximação da Terra durante todo o mês, vai aparecer super dimensionada e muito maior do que o seu tamanho habitual. De acordo com a NASA, quando a Lua está tão perto de nós, “sua proximidade iminente faz com que a Lua pareça 14% maior e 30% mais brilhante no céu do que em um apogeu   da Luz Cheia”. (ocorre o apogeu quando a Lua está mais distante da Terra em sua órbita).

Em termos astrológicos, a super Lua de outubro ocorrerá quando a Lua está em Áries. Isso produz uma espécie de energia muito ativa, empolgante e extrovertida. Como tal, todas as vibrações ígneas e aventureiras associadas a Áries serão trazidas para a linha de frente e isso cria uma explosão de energia animada. Se vocês aproveitarem a super Lua e acolhê-la sob uma luz positiva, então, boas mudanças surgirão em seu caminho.

Áries é conhecido por muitas qualidades e características fortes, ao entrar em conexão com elas e aproveitar o seu poder, vocês podem tirar o máximo da mudança da super Lua! Abaixo está uma visão geral de todas as coisas básicas e melhores que essa Lua Cheia em Áries tem para oferecer:

É o momento para curar-se – se as suas feridas são físicas, mentais, conscientes ou inconscientes, agora é o momento de concentrar-se em curá-las. Quando vocês se concentram e fazem tudo o que podem para ficar melhores e mais fortes, vocês conseguem libertar-se de toda dor e sofrimento que os estejam exaurindo.

É uma oportunidade para seguir em frente e para cima em nossas vidas. Muitos de nós vão se deparar com novas e emocionantes oportunidades, que não eram mesmo possível, e muito menos estavam à nossa disposição, antes da mudança. Agora que Mercúrio saiu do movimento retrógrado por pouco menos de um mês, tudo deve voltar ao seu lugar normal, por enquanto. Se houver algo que ainda esteja fora de sintonia, corrijam-no o mais rápido possível de modo que possam continuar avançando sem que nada os impeça.

É o momento perfeito para agir. Com a Lua em Áries, as características físicas e agressivas do signo serão extremamente valiosas para se fazer as coisas. Precisam seguir com um projeto ou finalizar algo que vocês estejam adiando ou procrastinando para nunca, aparentemente? Mexam-se e realizem-no, vocês terão a energia e a motivação para fazer tudo agora!

Libertem-se das pessoas tóxicas em sua vida. Os relacionamentos que os estão fazendo sofrer ou retendo-os precisam ser reavaliados. Se vocês acharem que alguém não é digno do tempo, esforço e estresse, cortem os cordões e se distanciem deles. Parem de permitir que as pessoas os espezinhem, e em vez de seguir maus exemplos, sejam líderes e estabeleçam os bons!

Estejam conscientes e atentos ao seu ego. Não deixem que a sensação de importância própria ou merecimento levem vantagem sobre vocês. Áries pode ser muito arrogante e é crucial que vocês não sejam capturados pelo ego. Em vez disso, permaneçam ancorados e tudo fluirá suavemente.

De modo geral. A mudança na energia que acompanha a super Lua de outubro será predominantemente positiva. Se relaxarem e seguirem com o fluxo, vocês podem se conectar melhor com essa energia e ela o levará a que grandes coisas aconteçam em sua vida, portanto, preparem-se para dar-lhe boas-vindas!


Para começar, explicando sobre o fenômeno, a Super Lua ocorre quando a Lua se encontra bem próxima do nosso planeta (Lua e Terra, um encontro de forças femininas, respectivamente, Avó e Mãe, conforme algumas linhas do Xamanismo), então esta é uma força essencialmente feminina, sendo a Lua aquela que controla tudo na Terra este magnetismo estará nos ajudando a provocar com mais facilidade as mudanças que queremos em nossas vidas. A Super Lua pode ocorrer na Lua Nova ou na Cheia, neste caso estará ocorrendo no dia 16/10 (primeiro dia de Lua Cheia, um dia que confere a potência do Poder desta fase lunar), e, ainda este fenômeno ocorrerá quando a Lua estará no signo de Áries (o fogo, o cavaleiro, o guerreiro, a força bruta, a iniciativa, que no caso já se trata de uma força masculina), ou seja, potência total de realização, de manifestação e de provocar mudanças.

Será propícia para realizar aquela magia que você está precisando. para dar força a um projeto novo, recente, ou mesmo iniciar agora algo novo, ou para uma mudança de hábitos, deixar ir o negativo, embora não seja uma lua de renovação, e nem de limpeza, seu poder de realização é grande então é recomendada para diversos assuntos, inclusive intuição e oráculos, já que a Lua (que representa a psique, o intuitivo) estará próxima de nós.


Para aqueles que já se encontram em um caminho mágico-espiritual é um dia excelente para realizar iniciações, dedicações, renovações de votos, casamentos (estamos na Primavera ainda para dar mais florescer e prosperidade). 

Para aqueles que são mais afinizados aos cultos xamânicos nativos é um bom dia para se reunir em círculo em volta de uma fogueira (ou um caldeirão com fogo) e comungar com as medicinas sagradas, especialmente é um dia favorável para comungar com Plantas de Poder, pois ampliam também o psiquismo, e obterem suas curas e respostas para suas dificuldades do dia-a-dia.

Para mulheres (e homens, por quê não?) que seguem a tradição da Deusa (Sagrado Feminino) é uma boa lua para reverenciar o Poder Feminino (Lua e Terra), especialmente as avós (relacionadas à Lua), as mães (relacionadas especificamente à Lua Cheia). E também para harmonizarem-se em relação aos seus ciclos, principalmente as mulheres que estiverem na Lua devem montar seu Altar Menstrual, firmar seu rezo por todas as mulheres, em especial as familiares e ancestrais, também será propício para oráculos, despertar e práticas relacionadas ao útero.


Para aqueles que estão iniciando seus estudos agora ou que apenas têm afinidade com magia pode ser um dia bom para dar o primeiro passo em direção ao seu caminho espiritual, inclusive, ou de tirar suas dúvidas através de um oráculo (você mesmo se souber, ou de fazer uma consulta com um oraculista), além de pequenos ritos simples descritos a seguir:

Meditação: Meditar sobre a força desta Lua que se manifesta (se puder estar a céu aberto melhor ainda), refletir sobre a sua vida, sobre o que precisa ser mudado, sobre qual a iniciativa precisa ser tomada para trazer mudanças e melhoras significativas e pedir força para manifestar em sua vida essas mudanças.

Velas e Incensos: Podem incorporar à meditação acima, ou pode ser apenas para fazer uma oração de coração, recomendo vela branca ou prateada, o incenso pode ser mais de acordo com a energia que está precisando (ex.: amor - rosa vermelha, baunilha; espiritualidade e devoção - sândalo, nag champa, mirra; limpeza - rosa branca, sal grosso, sangue de dragão e etc), na dúvida recomendo incenso de cravo para o poder de realização ou algum incenso de prosperidade, para garantir o sucesso dos pedidos e da magia.

Defumação/Queima de Ervas: Pode também incorporar à meditação ou à oração queimando algumas ervas na vela, ou pode usar apenas um defumador/cumbuca para fazer uma energização/limpeza no ambiente ou em si próprio (mentalizando os pedidos para a Lua), recomendo louro (que todo mundo tem na cozinha), pode também salpicar canela em pó no fogo, ou ainda usar ervas que têm sua correspondência mais de acordo com o seu propósito.

Queima de Pedidos: Para aqueles que acenderem a vela, podem escrever seus pedidos em um papel e queimá-los ao final da oração, ou da meditação para colocar suas intenções ao Universo.

Firmar o Início de um Propósito Espiritual: Nas tradições Hindus chamamos de Sankalpa, ou Austeridade, que são práticas repetidas por um período específico de tempo para atingir determinado objetivo, existem mantras os quais você pode praticar de acordo com seu propósito, geralmente por um período de 21 dias ou de 40 dias, ou você pode criar suas próprias afirmações se não conhecer mantras (ex.: "Agradeço pelo Amor que se manifesta em minha vida nesse momento"), sempre buscando por afirmações positivas e colocando-as no momento presente como já existentes. Você pode também simplesmente fazer um sacrifício, ou fazer ambos (ex.: acordar todo dia 6h da manhã e repetir sua afirmação por 20 minutos, ou ficar 21 dias sem consumir café, ou se abster sexualmente, ou se abster de alguma outra conduta). Você pode iniciar seu propósito nesse dia e ao final do período que você estabelecer acender uma vela (branca ou prateada) em agradecimento à Lua, mesmo se o pedido ainda não tiver se concretizado, e se fizer uma afirmação, queimar na vela também o papel escrito o seu propósito que deve permanecer em um local sagrado (pode ser no seu altar, se tiver) por todo o período.



sexta-feira, 13 de maio de 2016

Hoje é a Entrada da Lua Crescente!!


Lua Crescente corresponde as Faces ligadas a fartura e ao crescimento.Nesse momento a Deusa é donzela, já amadurecida e crescendo. Os adolescentes, e demais animais em crescimento são abençoados pela Deusa. 
A Lua Crescente representa o momento após a criação, é o momento em que tudo já foi produzido, enraizado, organizado, sendo assim, é a Lua da expansão. Projetos, emprego, tudo deve seguir um AR ‘positivo’ e direcionado.

Divindades:

- AFRODITE – Deusa grega da lua nova e crescente.
- ANUKET – deusa egípcia da lua crescente
.- ÁRTEMIS – deusa grega da lua crescente (Diana para os
romanos).
- INANA – deusa suméria da lua crescente

 Velas:
Laranja para sucesso
Amarela para prosperidade
Rosa para o amor
Incenso: Aquele que desejar

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Sexta-Feira 13!!! Dia de Magias e reflexão


 Momento de refletir

Sexta feira é considerado um dia mágico para o amor por estar associado a Vênus, deusa romana do amor, da beleza e da fertilidade segundo muitos pagãos.

Sendo assim é o melhor dia para realizar magia relacionada com amores, paixões e afins…

O número 13 é considerado mágico desde a época dos antigos egípcios, eles acreditavam que havia doze passos na escada da Vida Eterna, e o décimo terceiro significava imortalidade.

Entre muitos significados do número 13 abrangem desde religiões até ciência e na maioria uma excelência em poder e energia.

E que dia especial uma Sexta-feira 13, quanta energia envolvida num só dia, quanta vibração…

Como estaremos entrando nesta sexta-feira 13 na Lua Crescente, relaxe e pense profundamente em você.

Nada de magias elaboradas hoje, somente cuide-se. Use essa energia que circula neste dia para você… Cuide do cabelo, da pele, daquela dieta que vem adiando… Cuide das plantas, cuide das finanças, reveja seus gastos, reavalie o que puder de sua vida…

Se você tentar usar a energia deste dia para realizar uma magia, pode se frustrar com resultados. Pois você irá se desgastar atoa.
  
Dica de Bruxa: Se agrade nesta sexta 13, faça algumas vontades básicas e pessoais… Tipo, vá ao cinema, ao teatro… Faça uma caminhada no parque… E ao final do dia, deite-se só e medite no que vem acontecendo em sua vida… E sinta a energia do dia te mostrando que tudo pode melhorar… Faça planos em seguida, só não inicie, mas pense…

Encantamento de Amor

                                                      Magia para atrair pessoa amada

O mais antigo e mais usado encantamento de amor é um dos mais simples e básicos.
Realizar o ritual no dia de Vênus, Deusa do Amor, então dia do amor… Numa sexta-feira.
A cor do amor é rosa, mas vamos apelar para o vermelho que é paixão…Usar uma vela vermelha.
Escreva na vela com um prego o nome da pessoa que você deseja amar.
Seu desejo é muito importante, então reflita se é mesmo isso que você quer… Mentalize já estar vivenciando este amor.
Um pedaço de papel branco e virgem, e um lápis grafite… Escreva o nome da pessoa que você quer que te ame.
Acenda a vela pedindo licença à Djin e Miguel, e peça proteção ao seu anjo da guarda. Peça para Vênus te ajudar.
Com uma pinça, segure o papel com o nome de seu amado, queime no fogo da vela e jogue, ainda em chamas mas quase todo queimado, dentro da pia do banheiro ou no tanque.
Abra a torneira para que as cinzas sejam levadas por água corrente.
É simples, rápido e funciona legal…
Sorte no Amor!

                                                  Sexta-Feira 13, Dia de Amor Universal

Se engana quem acredita que hoje é um dia negativo, aliás coitado de quem acredita nisso! Lendas sobre Sexta-Feira 13
Com tanta tragédia que anda acontecendo no mundo, as pessoas a favor da paz mundial podem usar o dia de hoje para emanar amor ao planeta Terra.
Na sexta-feira 13, estamos na fase da Lua Crescente, boa fase para dar continuidade, é o momento apropriado para realizar a magia positiva e os encantamentos que aumentem o amor, a sorte, o desejo sexual e a riqueza.
Então podemos nos concentrar nas energias do amor para nós mesmos e para o planeta.

Eis sua magia do dia:

Você vai precisar de uma vela amarela, uma rosa e uma branca;
Uma maçã e mel. Papel branco e lápis.
Em um pires coloque a maçã (elemento terra) representando seu amor, deixe cair sobre ela um pouco de mel para atrair energia positiva, e acenda as três velas ao redor da maçã.
Escreva em um papel branco tudo que você deseja no amor, no geral, e coloque embaixo do pires da maçã.
Quando as velas estiverem quase terminando de queimar, pegue com uma pinça seu papel e queime nas chamas de uma das velas, coloque num recipiente como uma panela para terminar de queimar e jogue as cinzas em água corrente.
Importante; sempre mentalizando o crescimento dos seus desejos. A Lua Mãe estará protegendo seu ritual.
Caso esteja no trabalho ou em local que não possa realizar seu ritual, faça uma meditação visualizando as cores amarelo, rosa e branco, com uma respiração profunda e mentalizando seus desejos.
Concentre-se muito no dia, na lua e no desejo, e ao terminar reze uma oração que aprendeu quando criança…
Pronto.
A magia está feita à seu favor, mas não esqueça que hoje você pode ajudar na energia do mundo.
Ao terminar sua magia particular, separe uns minutos e mentalize um anel de luz colorida e forte ao redor do planeta, e uma paz no mundo.
Feliz Sexta-feira 13!

                                                                     Magia de Amor


Numa sexta-feira de sua preferência (o importante é você estar de bem com a vida), faça este delicioso ritual:
Pegue um punhado de terra ou areia, o suficiente para desenhar um estrela de cinco pontas. A terra vai selar seu pacto de amor.
Desenhe esta estrela de cinco pontas num chão onde não vente muito e não tenha nada muito perto, pois vai ter que acender velas.
Em cada ponta desta estrela de cinco pontas feita de terra, acenda uma vela rosa se quiser manter um relacionamento e vermelha se quiser conquistar alguém.
Então, após acender as velas coloque um bilhetinho no meio da estrela descrevendo como gostaria que fosse este romance, desde a aparencia e o jeito do fulano(a) até o desenrolar do relacionamento.
Faça de preferência até as 18:00hs e deixe que as velas queimem até terminar. (sempre atento(a) nas condições do local para não causar incêndio)
Depois que terminar de queimar as velas, pegue seu bilhetinho e beije-o bastante, até cansar e guarde-o numa gaveta que ninguém mexa até realizar seu desejo.
Ah, desmanche a estrela de terra e limpe o local, ok!

                                                  Magia para Sexta-Feira Noite de Vênus


Engraçado como as coisas acontecem e muitas vezes nem notamos as sincronias.
A maioria das baladas e passeios dos jovens anciosos por amor, é na sexta-feira que coincide com o início do final de semana e fim da semana de trabalho. Junta a vontade de descontrair com a paquera e é o momento certo de usar a magia dos encantamentos.
E é a sexta-feira o dia da Deusa Vênus, a deusa do amor.
Comece a noitada de sexta com um banho relaxante, acenda velas e incensos no banheiro enquanto prepara e toma seu banho.
Escolha uma roupa suave, em tons pastéis, um calçado confortável e saia com intenção de ser feliz.
Mas antes de sair faça esta magia!
Como fazer o Encantamento Aromático:
Antes de sair para seu passeio ou para um encontro amoroso, escreva com seu perfume favorito sobre seu peito a palavra AMOR.
Se usar uma pena de pomba (que tenha encontrado no chão, e não arrancado da ave), o efeito é mais eficaz.
Mergulhe a ponta da pena no perfume e escreva bem devagar, sentindo e absorvendo a energia do amor.
Use a pena apenas para esse encanto, e guarde para o próximo encantamento deste tipo.
Boa Noite de Vênus!

SIMPATIA PARA SE TORNAR MAIS ATRAENTE
Realize esta magia em uma sexta-feira, pois é o dia de Vênus.
Você vai precisar de:
Um pano vermelho,
Um pouco de Champagne rose,
Uma taça,
Uma vela vermelha,
Uma rosa vermelha,
Mel e um perfume seu.
Coloque o Champagne, as pétalas de rosa, mel e perfume dentro da taça, e forre com o pano vermelho.
Faça dois riscos na vela dividindo seu comprimento em três partes, e queime uma parte por dia.
Ascenda a vela do lado da taça e num local escolhido com antecedência ou no seu altar. Deixe por três dias.
A vela você vai deixar queimar um pouco no primeiro dia e apagar, ascender novamente no segundo dia, deixar queimar um pouco e apagar, no terceiro dia deixe que ela queime por completo.
Quando ascender a vela peça a Vênus, a deusa da Beleza, que lhe torne mais atraente aos olhos das pessoas (pode-se pedir que lhe torne desejável aos olhos de uma pessoa especial).
No quarto dia, tome um banho normalmente, em seguida jogue a mistura da taça acrescentada em água no corpo (do pescoço para baixo, não jogue na cabeça).
O que sobrar das pétalas de rosa jogar em um jardim bonito, oferecendo a Mãe Terra.
Usar uma peça dourada por 7 dias para atrair energias positivas (pode ser roupa ou qualquer outro acessório como brincos, pulseiras, etc…)

                                           Magia de Sexta-Feira 13 para o amor no Lar


Magia feita na Sexta-feira 13 para acabar com as brigas no lar!Aproveite a energia do dia e a Lua para modificar as energias que andam tumultuadas na sua casa.
Num cesto pequeno, coloque vários laços de fita de cetim rosa.
Ao meio desses laços jogados na cesta, você coloca um cristal branco ou sua pedra mais valiosa.
Escreva num papel branco as seguintes palavras:
“Lua e Vênus, que juntas compõem
a totalidade do feminino,
conjugando sensibilidade e harmonia,
tragam para este Lar,
Amor, Compreensão,
Paz e Felicidades através
De palavras doces e gestos gentis.”
Abaixo desse pedido, escreva o nome de todos que moram na casa.
Enrole em formato de cone, com os escritos por dentro, para focar a magia.
Coloque este funil, encaixado entre os laços e encostado no cristal, com a boca virada para cima.
Posicione esta cesta com a magia, num local importante da casa, tipo a sala, e deixe o dia todo.
O funil vai se encarregar de sugar toda energia negativa da casa e dos moradores.
No dia seguinte, coloque sua pedra de cristal numa vasilha com água e sal grosso e deixe no sol e no luar, para tirar dela toda energia negativa que o cone puxou.
Os laços, você pode guardar e usar em outra magia.
Boas energias na Sexta-feira 13!






sábado, 23 de abril de 2016

23 de abril Dia de Sigurd o Caçador de Dragões



De acordo com Bierlein (2003), o mito é o padrão de crenças de uma sociedade que dá significado a vida, um ingrediente essencial dos códigos de conduta moral. Os variados mitos apresentam uma série de lições morais, independente da cultura, e um tipo de mito que chama muita atenção é o mito do herói. Bierlein (2003) afirma que a alegoria do mito dos heróis, apresenta as dificuldades que todos os homens devem encarar, e por fim, superar. Como exemplo deste tipo de mito, do qual se pode fazer correspondência com inúmeros outros, como o Hércules grego e o Quetzalcoatl mexicano, será utilizada a lenda de Sigurd ou Siegfried, famoso pela tetralogia do Anel dos nibelungos de Richard Wagner.
Como todo mito, este tem várias versões, pois é baseado em várias fontes, como o Volsungasaga nórdico, que Siegfried é Sigurd, assim como o épico Niebelungenlied. Bierlein (2003) conta que o tratamento da história deriva de escritores alemães como Karl Goedeke (1814-1887) e poetas como Johann Ludwig Uhland (1787-1862), e claro, não se pode deixar de citar a célebre opera de Wagner, escrita pelo próprio.
Ainda Bierlein (2003), conta que Siegfried significa “Vitória-paz”, e que era filho de Siegmund, “vitória-boca” e sua esposa, Sieglinde, vitória-Tília. Siegmund era o grande campeão dos nibelungos e seu rei, Alberich. Campbell relata que as histórias e caracteres que são matéria central da lenda nórdica derivam da tradição germânica, mas é na literatura escandinava medieval que estão conservadas, e Richard Wagner (1813-1883) recorreu a estes para compor a ópera que conta a narrativa de Siegmund e seu filho Siegfried ,já contada em vários poemas da Edda poética e da Edda em prosa ,esta ultima, resumida por Sonorri Sturluson. O relato mais acessível aos leitores modernos é do século XIII, a saga do rei Volsung e seus descendentes.
A Eda, de acordo com Bulfinch(2006), são as narrativas contidas em duas coleções da mitologia nórdica, cujo a mais antiga data de 1056 e a mais moderna, em prosa, de 1640. Sigurd (Siegfried) foi criado pelo ferreiro Regin (Mime), na narrativa de Wagner, um anão, raça esta que nos mitos é demonstrada como excelentes ferreiros e forjadores, responsáveis pela corrente que prende o lobo Fenrir, filho do deus da trapaça Loki, até o Ragnarok. Na lenda esta corrente maravilhosa que prende o poderoso lobo que arrebentou todas as outras era composta de vários elementos inusitados, como o ruído do andar de um gato, a barba das mulheres, as raízes das pedras, a respiração dos peixes, os nervos dos ursos e o cuspe das aves. Esta corrente de nome Gleipnir, Bulfinch, atribui não aos anões, mas aos espíritos das montanhas.
Regin fez Sigurd ser alguém descontente com a vida e motivou o rapaz para um novo destino em sua vidana busca pelo tesouro do dragão Fafnir. Na verdade, Fafnir fora irmão de Regin, transformado em dragão pela ganância que o motivava a proteger seu grande tesouro. Regin então tentou de várias formas produzir uma espada para Sigurd que fosse capaz de matar o dragão, que se demonstraram inúteis nas poderosas mãos do jovem, pois todas se despedaçavam.Até o dia que Odin (em germânico Wotan) perambulando como mendigo para ocultar sua verdadeira identidade, revelou a Mime que a espada que mataria o dragão Fafnir deveria ser forjada pelo herói destinado a fazê-lo. Que só poderia ser um Walsung (do mundo), o maior e o mais amado pelos deuses, e como Odin não mentiu em nenhuma das questões de Mime, revelou que este era Sigurd, filho de Siegmund e Sieglinde.Siegmund o maior guerreiro do rei Alberich, rei que possuía o poderoso anel dos nibelungos (anões), que de acordo com Bierlein(2003), tinha o poder de vencer Odin e de transformar os homens em criaturas gananciosas e desejosas por poder e pelo anel.
Odin venceu Siegmund em batalha e quebrou sua espada em pedaços, sua mulher Sieglinde, grávida de Sigurd, foi salva pela Valquíria Brunhilde (em nórdico Brynhild), e dada aos cuidados de Mime. A Valquíria foi punida com um sono eterno, até que um herói a libertasse, mas para impedir qualquer Walsung de chegar até ela, Odin pediu a Loki(também deus do fogo) para criar um círculo de fogo eterno que impedisse a passagem de qualquer um. A espada que foi quebrada por Odin, chamada de Notung, foi reconstruída pelas mãos de Sigurd sob a tutela de Mime. Mime queria o anel por se considerar herdeiro, assim como o vasto tesouro que Fafnir guardava. Mime (Regin), acompanhou Sigurd até o terreno onde se escondia o dragão, eles se esconderam em um buraco próximo ao bebedouro de Fafnir, e quando o dragão viesse beber água, Sigurd deveria apunhalar seu coração.E foi o que Sigurd fez, e ao fazê-lo proclamou-se dono do tesouro.
Mime pediu para que Sigurd assasse e lhe desse o coração do dragão, e atendendo ao pedido, Sigurd o fez, mas no momento em que assava o coração, escaldou o dedo ali para saber se estava realmente assado e levou a boca seu dedo imediatamente, bebendo assim uma gota do sangue do dragão, Capbell revela que assim Sigurd aprendeu a língua dos pássaros e eles lhe contaram que Mime planejava matá-lo dormindo para se apoderar do tesouro e do anel.As aves então sugeriram que ele decapitasse o ferreiro.
Sigurd arrancou a cabeça de Mime, seguindo o conselho das aves, devorou o coração de Fafnir e montado em seu cavalo, Grani, filho do fabuloso Slepnir, o cavalo de oito patas de Odin que é filho de Loki, transportou o tesouro junto ao anel que o tornava senhor do universo e maldito, fadado ao desastre. Como já dito, existem várias versões desta lenda, Bierlein (2003) conta que Sigfried (Sigurd), encravou a espada em Fafnir em que ele rumou destemido até o dragão e o sangue da criatura escorreu pela espada até seus braços e sua mão, e ele levou o sangue até sua boca, foi onde os pássaros contaram sobre Mime e a localização do tesouro.
A maldição do anel foi imposta, de acordo com Bierlein, pelo rei Alberich, o rei de Siegmund, que quem possuísse o anel morreria por traição de outrem, Siegfried selou assim seu destino. Campbell conta que Sigurd chegou até o castelo de um rei, onde conheceu Brunhilde e de imediato se apaixonou por ela, trocaram anéis e juraram fidelidade. Bierlein (2003) ,revela que Siegfried na verdade foi informado pelos pássaros sobre a tarefa que ele teria que realizar depois de assassinar Fafnir, para que ele pudesse cumprir seu destino.
Esta tarefa era salvar a Valquíria que tinha posta para dormir por seu pai Odin, já que esta desobedeceu a suas ordens ao auxiliar o campeão dos nibelungos, salvando sua mulher grávida, que havia implorado o auxilio da Valquíria. Odin sabia que de Sieglinde nasceria o herói que poderia até mesmo derrotá-lo. Ele havia feito o anel para nas mãos do dragão para que não caísse nas mãos deste herói.
Brunhilde foi desperta pelo único herói walsung capaz de fazê-lo. Com um beijo, Brunhilde acordara para tornar-se mulher de Siegfried.Assim, o herói possuía o anel que o tornava senhor do universo, mas que era fadado a ser traído por sua posse, e havia desafiado Odin ao resgatar Brunhilde.Odin, ainda tentou dissuadir Siegfried de realizar tal feito, novamente vestido de mendigo, contudo, não enfrentou o herói pois sabia que este, estando de posse do anel poderia vencê-lo. Estando com Siegfried, Bunhilde tornou-se mortal.
Campbell conta que Sigurd, ficou com Brunhilde por um tempo, e depois partiu para novas aventuras e acabou chegando com seu tesouro na corte do rei Giurk (Gunther), que tinha três filhos,Gunnar, Hogni e Guttorn, e uma filha Gudrun. A grande impressão causada por Sigurd fez com que a mãe ,Cremilda (Griemhild), quisesse o herói unido a sua família, por casamento com Gudrun (Gutrune). Cremilda era uma feiticeira e fez Sigurd tomar uma poção que o fez esquecer-se de Brunhilde, e assim o herói casou-se com a filha de Giurk e fez um juramento de sangue com os irmãos de sua mulher. Gunnar por sua vez, se dispôs a desposar Brunhilde, e sua mãe fez com que parece-se que Sigurd se parece-se com Gunnar,para que o herói trouxe-se Brunhilde sem que esta soubesse que aquele era seu amado, pois só Sigurd conseguia passar pela barreira de fogo criada por Loki, e assim foi até a ex- Valquíria,e ao trazer Brunhilde, Campbell conta que ela dormiu com Sigurd vestindo o aspecto de Gunnar, mas que para preservar sua castidade colocou sua espada entre eles.Brunhilda havia ficado com o anel dos nibelungos como símbolo de amor, e esta o deu a
Sigurd sob aspecto de Gunnar, que entregou a Gudrun. Assim a ex- Valquíria casou-se com Gunnar.
Certa vez, Gudrun e Brunhilda disputavam quem tinha o melhor marido, pois Brunhilda acreditava profundamente agora que o novo herói, Gunnar havia lhe resgatado da muralha de chamas que cercava o castelo onde dormia por imposição de Odin,e vangloriou-se do feito de Gunnar.Foi onde, Gudrun revelou a farsa.Quem havia levado Brunhilda até o castelo onde ela se casou, foi Sigurd, sob aspecto de Gunnar, devido a mágica de Cremilda, e demonstrou isso revelando o anel que antes pertencia a ela, dado por Sigurd, e que ela devolveu quando achava que o herói era Gunnar. Brunhilda enfurecida jurou vingança.
Disse a Gunnar que sabia de tudo, que fora Sigurd que a conquistara e não ele, e disse que quando Sigurd foi resgatá-la que se deitaram juntos, e não mencionou a espada que os separava posta pelo herói para preservar a castidade da ex- Valquíria.Incitou assim, Gunnar a assassinar Sigurd.O pacto de sangue feito entre Sigurd e os irmãos Gunnar e Hogni não se aplicava ao irmão mais novo,Guttorm, então os irmãos se reuniram em uma conspiração contra Sigurd, afim de honrar Gunnar e se apoderar do tesouro de Fafnir. Assim Guttorm aceitou assassinar Sigurd.Guttorm tentou por duas vezes assassinar Sigurd, mas foi vencido pelo olhar do herói.Por fim na terceira tentativa, cravou sua espada no peito de Sigurd enquanto este dormia, porém ainda assim, sob espasmos, Sigurd partiu em dois Guttorm.Gudrun acordou ensopada de sangue.Brunhilda então entrou no quarto e ao ver a cena, riu.
Brunhilda zombou dos irmãos, de como eram covardes e não chegavam aos pés de Sigurd como guerreiros, e enfim contou a Gunnar sobre a espada que Sigurd colocou entre eles para que fosse preservada sua castidade. Então, apunhalou-se com um punhal, não sem antes alertar a seus criados que deviam queimar seu corpo na mesma pira de Sigurd e lhe dar todas as suas riquezas. O tesouro e o anel ficaram nas mãos de Gunnar e Hogni, e estavam fadados a trair um ao outro por isso.
Na versão contada por Bierlein (2003), Brunhilde depois de disseminar a discórdia, e fazer que Gunther(Gunnar) pedisse a seu irmão, Hagen (Guttorm) matasse Siegfried, fica com a certeza de que o herói nunca viveria com outra mulher e algo havia sido feito para que ele a esquecesse .Ela havia realizado a maldição de Alberich, então ela se lança na pira funerária de Siegfried para unir-se a ele por toda a eternidade, e as chamas chegaram até o salão de Odin, o Valhala. O relato do conto de Siegfried leva em considerações diversas narrativas e tenta se aproximar mais da história da ópera de Wagner.

sexta-feira, 1 de abril de 2016

1 de Abril Dia Consagrado a Loki


Nos países nórdicos, o Dia da Mentira e dos Bobos é regido pelo deus trapaceiro Loki. Neste dia, é permitido fazer brincadeiras e "pregar peças" nos desavisados até o meio-dia. Esse costume originou-se nos tempos antigos, quando era permitida a saída dos pacientes internados em hospícios ou manicômios, deixando-os soltos nas ruas durante um dia por ano para a diversão sádica daqueles considerados "normais".
Embora não exista muita informação exata sobre quando e porque o 1º de Abril foi difundido como o dia da mentira, algumas pessoas atribuem esse dia ao deus nórdico Loki, deus da Travessura.
Alguns dizem que é porque este dia realmente era em homenagem a ele no calendário pagão, outros que a data já existia como dia da mentira e ele foi incluído.

Pintura de Loki de John BauerFaz algum tempo ouvi falar que este dia é dedicado á Loki ele e que se pode usar a egrégora do dia e a energia desse arquétipo a seu favor fazendo uma homenagem a ele.

É bem simples:

No 1º de abril invoque Loki e faça trato com ele, para invocar tenha uma simples conversa como se estivesse falando com ele.

Diga a ele que você vai contar uma mesma mentira 3 vezes, em 3 momentos diferentes para 3 pessoas diferentes, como oferenda a ele.
E se essas pessoas acreditarem nessa mentira, que ele, faça acontecer tal qual foi o mentido.

Sobre Deus Nórdico Loki

Deus do fogo, símbolo da maldade, traiçoeiros e de pouca confiança, também estava ligado à magia, podendo assumir várias formas. Possui grande senso de estratégia e habilidades para seu interesse. Mantém boas relações com Odin e foi companheiro de Thor em inúmeras aventuras. Loki era pequeno, de olhos vivos e malignos, sedutor, dormiu com todas as deusas e depois gabava-se do feito perante os maridos traídos. Sua esposa era Sigyn, com quem teve os filhos Nari e Narfi. Também uniu-se a gigante Angrboda, com a qual teve 3 filhos monstruosos: o lobo Fenrir, a serpente Jormungand e a deusa Hel.

                                            Assista o vídeo:

                 fonte:Acervo Maldito - Lendas Urbanas

domingo, 20 de março de 2016

Deusa Iduna (Protetora do Pomar Sagrado)


Iduna - protetora do pomar sagrado
Iduna é a deusa da juventude eterna e da poesia, é esposa do deus da poesia Bragi.
Iduna não tem muitas histórias na mitologia nórdica, sua única importância é a de ser a guardiã do pomar sagrado que dá imortalidade aos deuses, pois de acordo com a mitologia nórdica os deuses são mortais que se alimentam das maçãs de Iduna com as quais eles podem ficar imortais até o Ragnarok.
Iduna foi muito perseguida por Loki, que a acusou de cometer adultério, mas era só mais umas das brincadeiras idiotas de Loki.
Iduna oferece uma maçã por dia aos deuses, as maçãs rejuvenescem os deuses e os deixam mais forte.

Deusa nórdica também conhecida como Idun ou Iðunn,que tinha a função alimentar os Deuses com as suas maças douradas. Considerada personificação da primavera e da juventude eterna, representa o frescor dos ventos e das flores da primavera. Deusa da vegetação e da eterna renovação, guardiã das maçãs douradas que mantinham o vigor e a juventude dos Deuses.
Alguns dizem que Idun é filha de Ivaldi (o anão da terra) e sua mãe o sol. Outros afirmam que ela nunca nasceu e, portanto, nunca morreria. Casou-se com Bragi (Deus da poesia e filho de Odin).
Em agradecimento a tão calorosa acolhida, Idun prometeu aos deuses presenteá-los diáriamente com suas maravilhosas maçãs que tinham o poder de outorgar juventude e beleza eterna a todos aqueles que a saboreassem. Graças a esta fruta mágica, os deuses que não eram imortais, evitaram o passar do tempo e enfermidades, se mantendo jovens e belos durante inumeráveis décadas. Consequentemente, estas maçãs despertaram muito interesse e Idun as trancava cuidadosamente em seu cofre mágico. Não importava o número que distribuísse, pois as maçãs sempre eram magicamente multiplicadas.
Contam que o gigante Thiazi em forma de águia roubou um caldeirão onde estavam cozinhando um boi. Loki em fúria lançou uma estaca contra ele. Loki não conseguiu tirar sua mão da estaca e Thiazi o carregou pelos ares. Loki implorou para o gigante deixá-lo ir, porem o gigante só o liberou depois que Loki jurou lhe entregar Idun junto com a caixa com suas maças mágicas. 
Loki armou um plano e conseguiu entregar Idun para o gigante.
Os Deuses nórdicos não eram imortais e precisavam das maças para sobreviver. Logo descobriram que Loki fora o responsável. Ameaçaram-no com tortura e morte, caso não arranjasse um jeito de trazer-la de volta.
Loki pegou as vestes de falcão de Frigga e voou até a casa do gigante, quando o mesmo saiu para pescar Loki transformou Idun em uma noz e carregou-a de volta para Asgard em seu bico.
Essa historia seria a representação das estações onde o inverno (Thiazi) seqüestra a vegetação (Idun) e Loki representando o vento quente do verão salva a vegetação do inverno. Idun afastada de Asgard representa a morte da terra com a chegada do inverno. Quando Idun volta como uma noz ou andorinha seria o retorno da primavera.
Idun pode ser invocada para a saúde e renovação da vida.
Existem outras historias ou mitos sobre a queda de Idun e seu retorno, como em um que ela senta na árvore de Yggdrasil e acaba desmaiando caindo em Niflheim (o mais profundo subterrâneo), chegando lá ela congela de medo ao se deparar com as coisas horríveis vistas no reino de Hel. Quando os Deuses a encontraram ela não conseguia mais falar e nem se mover. Os Deuses a cobriram com pele de lobo branco e partiram porem seu marido Bragi não quis deixá-la e cantou para ela com sua harpa.

Também sendo uma representação das estações nessa historia quando Idun cai da Yggdrazil ela dá passagem ao outono, a deslocação toma conta da terra e a neve (a pele do lobo branco) a cobre e o seu marido Bragi com sua harpa seria os pássaros que cantam com a aproximação do verão.

Calendário Politeísta: 20 de março

Idunna é a deusa nórdica da juventude. Era esposa de Bragi, deus da poesia e padroeiro dos skalds (poetas), músicos e artistas, e vivia no palácio Brukkaner, local onde guardava o seu cesto de freixo com suas maçãs douradas. Era essas maçãs o alimento doador de imortalidade aos deuses, já que estas garantiam a juventude eterna.
Geralmente associada à primavera e à fertilidade, Idunna é comumente representada pela vegetação e flores primaveris.
Existe certa divergência quanto à origem do seu nome, porém todos os indícios apontam para um mesmo ponto em comum: a juventude. Há teorias que indicam que a palavra Idunna tenha dado origem à palavra inglesa antiga idonae (versão feminina do latim idoneus) e consequentemente à palavra idônea usada em nossa língua.
Filha da deusa Frigga, era representada como uma bela donzela gentil, de longos cabelos dourados.
Porém como toda donzela, Idunna era muito ingênua.
Certa vez o deus trapaceiro, Loki, a atraiu para um bosque fora de Asgard, dizendo que havia encontrado outro pomar de maçãs douradas iguais às que a deusa possuía e prometeu mostrar-lhes o tal bosque, desde que a deusa leve consigo o seu cesto de maçãs para então comparar suas virtudes.
Disfarçado com penas de águia, o gigante Thjazi (em islandês, Þjazi) surgiu e raptou então a deusa e o seu cesto mágico, levando-a para sua morada em Thrymheimr (Þrymheimr) o lar do trovão.
Após o desaparecimento de Idunna, os Æsir (raça de deuses nórdicos) rapidamente envelheceram e durante um conselho, eles decidiram que todos os deuses deveriam perguntar sobre a última vez em que a deusa foi vista: foi quando descobriram que nessa última vez a deusa estava com Loki.
Após ser ameaçado de morte e torturado, Loki finalmente decidiu ir atrás da deusa, pedindo emprestado o manto de penas de falcão da deusa Freyja e voando para o norte, em direção a Jöntunheim (lar dos gigantes), onde Thjazi morava.
Descoberta a moradia do gigante, Loki encontrou Idunna sozinha, já que Thjazi tinha partido para o mar.
Eis que Loki transforma a deusa em uma noz colocando-o em sua boca e voa o mais alto possível. Quando o gigante voltou para casa e notou a falta de Idunna, este então vestiu sua veste de penas de águia e voou à procura de Loki, porém este fora mais rápido e conseguiu chegar a Asgard primeiro, pois os deuses de Asgard viram a águia perseguindo o falcão, e logo atearam fogo na mesma.
Os deuses então comeram dos frutos de Idunna e tiveram suas forças restabelecidas.
Segundo a tradição oral, era um costume nórdico enterrar os seus mortos cercados de maçãs ou ovos tingidos de vermelho para que eles pudessem renascer.
Após o Ragnarök (o fim dos tempos), Idunna é sugada pelas raízes da Árvore dos Mundos ressurgindo apenas na Idade de Ouro para alimentar então as novas divindades e doar a elas a força e juventude eterna.
Invoque Idunna sempre que sentir que precisa de ventos frescos na sua vida, em rituais que envolvam novos começos e projetos, renovações, ativação da energia vital, rejuvenescimento e renascimento.
Suas ervas sagradas são a maçã, a madressilva, o freixo e a roseira, sendo o dourado, o verde e o vermelho suas cores sagradas e seus símbolos a harpa, o cesto de maçãs, a primavera, o baú, os ovos, a lua crescente, as maçãs e a pele de lobo.

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